Entro em Pânico Quando Vejo uma Barata: Entenda a Catsaridafobia e Como Vencer Esse Medo

Qual problema esse artigo vai te ajudar a resolver?

Se você congela, grita, ou sente o coração disparar só de pensar em uma barata — especialmente aquelas voadoras —, este artigo é pra você.

A fobia de baratas, conhecida como catsaridafobia, vai muito além do simples nojo. Para muitas pessoas, a presença de uma barata desencadeia pânico intenso, fuga imediata, suor, tremores e ansiedade fora de controle. Isso afeta a rotina, a paz dentro de casa e até a autonomia de quem sofre com essa fobia.

Este artigo vai te ajudar a entender o que é catsaridafobia, por que ela acontece, como ela interfere na sua vida e quais os caminhos possíveis para superá-la com segurança e apoio psicológico.


O que é catsaridafobia?

Catsaridafobia é o nome dado à fobia específica de baratas e, em alguns casos, outros insetos semelhantes. Embora muita gente tenha nojo, quem tem essa fobia sente uma reação desproporcional e muitas vezes incontrolável ao ver — ou até imaginar — uma barata.

Não é frescura. A pessoa realmente entra em estado de alerta, com reações físicas e emocionais intensas.


Sintomas comuns no dia a dia de quem tem medo de barata

  • Gritos, fuga repentina ou paralisia ao ver uma barata;
  • Taquicardia, sudorese e tremores;
  • Evitar abrir armários, cozinhas, quintais ou porões por medo de encontrar uma barata;
  • Medo de sair à noite em meses quentes e chuvosos;
  • Dificuldade para dormir após ver ou imaginar uma barata no ambiente;
  • Sensação de vergonha ou frustração por “não conseguir controlar” o medo.

Essa fobia pode afetar tarefas simples, como limpar a casa, tirar o lixo, usar um banheiro público ou ficar sozinho em casa.


Por que sentimos tanto medo de baratas?

Apesar de baratas não oferecerem um perigo real à nossa integridade física, algumas características desses insetos podem ativar nosso sistema de alarme interno:

  • Movimento rápido e imprevisível;
  • Capacidade de voar de repente;
  • Aparência considerada “repulsiva” por muitos;
  • Associação com sujeira e contaminação;
  • Traumas de infância (como sustos ou episódios marcantes com baratas);
  • Influência social (crescer em ambientes onde todos tinham pavor também).

Nosso cérebro, diante de algo que considera ameaçador, ativa a resposta de luta ou fuga — mesmo quando a ameaça não é racional.


Essa fobia é comum?

Sim! A catsaridafobia está entre as 5 fobias mais buscadas no Google, representando cerca de 10,5% das pesquisas por “fobia de…”. Em média, de 1 a 2 mil pessoas pesquisam sobre isso todos os meses no Brasil, número que aumenta no verão e durante períodos chuvosos — quando as baratas aparecem com mais frequência.

O medo é tão comum que virou meme nas redes sociais, mas a verdade é que muita gente sofre em silêncio com esse pânico.


Tem tratamento? Como superar o medo de barata?

Sim, tem tratamento — e funciona muito bem com ajuda de um psicólogo.

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC):

Ajuda o paciente a entender os pensamentos que alimentam o medo e a desenvolver estratégias práticas para enfrentá-lo. A TCC também trabalha com exposição gradual, feita com segurança e no ritmo da pessoa.

Técnicas de regulação emocional:

Respiração diafragmática, mindfulness e exercícios de grounding ajudam a reduzir o impacto das crises de ansiedade causadas pela fobia.

Psicoeducação:

Entender que seu medo tem explicação e que existe um caminho para sair disso já é o primeiro passo para recuperar o controle.

Exposição assistida:

Com o acompanhamento de um profissional, o paciente é apresentado a estímulos de forma gradual — começando por falar sobre o tema, ver imagens controladas, até conseguir lidar melhor com situações reais.


Quando procurar ajuda profissional?

Você não precisa esperar o medo te paralisar para procurar ajuda. Se:

  • O medo interfere no seu bem-estar;
  • Você evita lugares ou tarefas por medo de baratas;
  • Você sente vergonha da intensidade das reações;
  • Ou deseja ter mais autonomia e liberdade…

Falar com um psicólogo pode ser o caminho para transformar isso.


Fontes:

Rafael

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